(+18) Minha Melhor Amiga




Minha melhor amiga era tão linda naquela época, tão linda... Ao ponto de me fazer desejar sonhar com ela durante  todos os meus cochilos.
Ela tinha os cabelos encaracolados, a pele era parda, ela sempre foi mais alta que eu, tinha as sobrancelhas perfeitamente definidas, mesmo sem nunca tê-las feito e um cheiro que mexia comigo. Não sei que aroma era aquele, devia ser de uva.
Éramos 'super melhores amigas', tínhamos 16 anos. Todo início de ano era uma 'reza brava' para ficarmos na mesma sala. Nós duas éramos inseparáveis. Ninguém jamais mencionava uma sem perguntar da outra. Eu o leite e ela o café. Nossa, nunca vi café mais cheiroso que ela (risos).

Sempre conversávamos sobre tudo, desde a dor de barriga no início do dia, até as insônias da madrugada. Ela tinha um amor, o Pedro. Pedro era um menino muito popular na escola, ficava com várias meninas e já havia ficado com ela também, mais de uma vez. Porém, não passou dos beijos. Eles pararam de ficar quando ele quis levá-la para a cama, ela logo deu um basta e eu, dei milhões de conselhos. Sei que mesmo sem meus conselhos, ela não transaria com Pedro, e isso era uma das coisas que me faziam admirá-la, ela tinha uma maturidade que muitas mulheres bem mais velhas não têm.

Inteligente e linda demais, por dentro e por fora. Eu nunca havia conversado com ela sobre o meu amor, porque esse meu amor era ela.
Esse era o meu maior medo e a minha maior vergonha. Se ela descobrisse, poderia rir de mim, ou me chamar de esquisita. Minha atração por ela era incontrolável.
Um dia, ela veio passar a tarde em minha casa e então, se ofereceu para arrumar meu quarto... Sempre fui muito desorganizada, ela era perfeccionista e organizada demais. O cheiro dela ficou em minha cama, porque ela se sentou para comer um bombom que eu dei. Isso foi o suficiente para que eu passasse a noite inteira me tocando e usando o cheiro dela como meu estímulo. Gozei mais de duas vezes e dormi chamando por seu nome. Me senti a amiga mais pervertida do mundo, mas aquilo não era ruim.

No dia seguinte, tendo minha noite passada como algo delicioso, mas querendo mais, chamei-a novamente para passar a tarde em casa. Ela aceitou, aproveitou para almoçar lá também. Ela levava sempre uma espécie de "malinha higiênica" onde quer que fosse (risos).
Usei o sol do dia como desculpa para tomar um banho de mangueira e ver seu corpo molhado e nu.
"Mas eu não trouxe roupa!"
"Não tem problema, amiga. Usa uma das minhas."
E assim, ganhei a imagem de seu lindo corpo molhado. Por falar em molhado, senti meu short ensopar ao vê-la. Ela era deliciosamente linda e eu precisava me conter.
Comecei dar umas mexidas disfarçadas em minha vagina para conter o desejo, mas ele só aumentava. Me ofereci para segurar a mangueira, ela deu a mangueira na minha mão e a primeira coisa que fiz, foi mirar a mangueira em mim, no meio das minhas pernas. Nossa, que sensação deliciosa... Ela me olhou com uma cara estranha, tomei aquela expressão como "ela percebeu que eu estou excitada" e fui em frente. Voltei a mira para ela e lavei todo seu corpo lindo, decidi ousar e mirei a mangueira para o meio das pernas dela. Ela surpreendentemente disse: "Que gostoso, continua com ela aqui."
Fui à loucura...
"Você não quer algo mais preciso aí, amiga?"

Ela disse que sim, então desliguei a água e chamei-a para meu quarto. Nós duas gargalhávamos e aquilo nem parecia ser real. Deitei ela, molhada mesmo em minha cama, abri suas pernas ao máximo e desfrutei de sua vagina com minha boca. Ela também estava muito molhada, o que quase me fez ter um orgasmo espontâneo. Tinha um gostinho viciante e delicado.
Ela toda era tão linda, nas medidas mais perfeitas que já pude ver em alguém. Ela gemia descontrolavelmente. Minha amiga estava em minha cama todinha para mim. Minha amiga não era mais só minha amiga, mas minha mulher na minha cama, poderiam ser só alguns segundos, mas eu sabia que aqueles segundos seriam eternizados.
Ela gozou em minha boca e logo levantou-se para me satisfazer. A boca dela era macia como algodão, pequena e precisa nos pontos certos da minha vagina que derretia de desejos por ela. Tive com minha amiga, o melhor orgasmo da minha vida.

"Tenho que ir, meu irmão logo chega da escola e meus pais não estão em casa."
Eu sabia que era desculpa, mas balancei a cabeça que sim. Não comentamos absolutamente nada sobre o que aconteceu, mas as gargalhadas continuaram até o portão da minha casa. ela me deu um beijo no rosto e falou que sou incrível. O olhar dela estava diferente e aquilo me deu vontade de chorar.

Ao nos despedirmos, retornei até meu quarto, que estava com cheiro de sexo, misturado ao perfume dela. Fiquei feliz e triste ao mesmo tempo, pois sabia que a amizade não seria a mesma.
Bingo! Não foi mesmo a mesma amizade de antes, transamos duas vezes após aquela. Após o ultimo ano de escola tomamos rumos diferentes e  logo nos afastamos, até não ter mais contato nenhum.
Não sei como é essa lembrança para ela, mas para mim é uma das melhores de toda a minha vida. Ela sempre será minha melhor amiga e meu primeiro amor deliciosamente correspondido por algumas horas.

OBS.: Texto Fictício.

- Juliane França.

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