Meus Sentimentos e Reflexões +18
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Já vi por aqui passar diversos homens. Negros, ruivos, loiros, caucasianos, amarelos e aqueles que precisam do azul para funcionar. Posso lhe garantir que quase todos são iguais. Posso lhe garantir, ainda, que por vezes pareceu que eu transei com o mesmo homem várias vezes.
São pessoas contraditórias, acima do peso com órgãos medianos, meio moles. E se dizem “aventureiros”. Me fazem rir, pois se fossem um pouquinho do tanto que se dizem aventureiros, não estariam num quarto mofado fazendo o que poderiam fazer com suas esposas. Estariam viajando, estudando, tentando aprender a tocar violão, planejando acampar. Mas trair nunca foi aventura. Trair é como fazer xixi ao lado do vaso.
Que se dane, enquanto me pagam certinho e gozam em menos de dez minutos, me vale os ouvidos para escutar baboseiras. E o corpo que, embora exale saúde, tem uma alma doente.


- Juliane França

Aquela mulher ali, agarrada com um maromba? Minha esposa.

Há dez anos tive um caso com Melina, uma moça que conheci no serviço. Arteira e cheia da juventude que minha esposa não tinha mais. Era um beijo ou um olhar para que eu me sentisse uns dez anos mais jovem.
Ela tinha um jeito louco de fazer amor. Posições que jamais imaginei tampouco fiz com alguém. Melina era uma verdadeira fonte da juventude, e eu estava totalmente viciado naquela fonte.
Foram anos de uma vida dupla e criminosa. Ela usava perucas, bonés. Nossa, a gente aprontava tanto... Como dois adolescentes.

É incrível como um segundo de descuido pode acabar com uma vida, como as coisas são tão independentes e soltas. O fato de acharmos que temos algo é uma ilusão, porque nada no mundo é de ninguém.

Em uma terça qualquer, ao ir tomar um banho, esqueci de avisar Melina que minha esposa estava em casa e, sem nenhum código ou linguagem exclusivamente nossa, ela mandou um "Te amo".
Foi a primeira vez que Melina me disse aquilo, e minha esposa foi a primeira a ler. 

De uma forma inusitada, minha esposa disse que eu tenho um bom gosto, porque Melina é uma mulher fantástica.
Minha esposa revelou que também tinha um caso, mas que nunca deixou de me amar, nem que o tesão por mim diminuiu.

Fizemos um acordo exótico, onde poderíamos nos envolver com outras pessoas, poderíamos manter nossos casos a parte, mas continuaríamos com o casamento. Porque casamento e desejo sexual são coisas distintas.

"Não é só porque tem pizza em casa que não posso provar um hot dog ali na esquina, desde que a pizza seja minha refeição predileta, a fundamental, insubstituível."

Minha esposa me surpreendeu. Não acho que irei conhecer outra mulher assim. Ainda me sinto estranho, mas tenho que admitir algo...

Não respondi de forma recíproca a mensagem de Melina, apenas a ofereci algumas horas do fim do dia seguinte. Porque meu amor estava bem do meu lado. Melina era apenas minha fonte da juventude, enquanto minha esposa era minha fonte de vida.
Melina era só uma mulher deliciosa que me fazia gozar como um garoto virgem.

Assim como minha esposa não ama aquele maromba, ou o negrão da semana passada.
Nos chamam de pervertidos, loucos. E sabe o que eu acho? Que somos mesmo. Mas somos felizes assim.

- Juliane França

Aquela moça geme gostoso
Geme alto, desesperada
Tenta agarrar algo sem saber o quê
Geme baixo
Apreciando sua língua passeando por seu clitóris
Chora e sorri quando você o chupa
Um choque gostoso
Grita, treme
Conta até dez
Ela faz o que quiser
Porque gemido controlado
É gemido fingido

Ela gosta de xingar
Deixa puxar o cabelo
Deixa o povo falar
Ela gosta de fazer valer a pena
E não vem pra ser submissa
Ela vem pra dar prazer
E, primordialmente, gozar
Gozar sem culpa
E se não conseguir, não vai fingir

A escolha é sua
Ficar mal ou recomeçar
Só mais uma chance...
Aproveite bem

Ela é como o mar
Talvez você possa surfar
Em suas ondas mais altas
Talvez você possa sentir
O cheiro de seu prazer

Parabéns, agora você vai encarar
Agora verá se pode ou não
Fazer uma mulher gozar
Porque o que a maioria das pessoas conseguem
É fazer uma mulher fingir

- Juliane França


O melhor homem que tive era brocha

Atrás da porta, uma de minhas pernas apoiada na maçaneta e minhas mãos pressionando sua cabeça contra minha buceta. Era o meu melhor cachorro.
Gostava de músicas antigas e do canto dos passarinhos. Se vestia como um garoto, mas além de não idade que eu, tinha uma maturidade inigualável.
Nossos momentos quentes eram em motéis estratégicos, por algumas razões não poderíamos ser vistos. Ele fazia mágica.
Aquele homem pagava horrores só pra me ver gozar. Me satisfazia e admirava meu êxtase com a dedicação e atenção de um homem que assiste o futebol. Seus dedos eram deliciosos e grossos como salsichas. Viviam dentro de mim.

A língua áspera abraçava minha buceta sem intenção de soltar. Ele era viciado no sabor do meu gozo. Gemia só por me ver gozar. Mas quase nada do pau subir. 
Já o vi gozar sem tocar no pênis, quando meu grelinho cresceu na boca dele. Ele dizia ser um privilégio.

Privilégio foi o meu de ter aquele homem na minha vida... Tenho saudades. Onde quer que esteja, sei que está fazendo alguém feliz.

De meus olhos, ele não permitiu que escorresse uma lágrima. Mas em compensação, fez minha buceta chorar tudo que não chorou a vida inteira.

- Juliane França

Era humanamente impossível resistir, ela era a tentação em carne.
O bater de seu salto era sinfonia em meus ouvidos. A música do sexo.

Os olhos de menina inocente compunha um visual insinuante, junto à uma calça apertada que dividia bem sua buceta enorme e um espartilho que vestia o violão que sempre fui louco para tocar, o violão do diabo.
Brilhava de tão negra e oleosa. Suas coxas definidas pediam mordidas e seu corpo inteiro gritava por beijos. Eu seria capaz de engolir seu corpo. Lavá-lo com minha língua áspera e molhada.

Ao se aproximar de mim, ela sentia o cheiro do meu tesão. Quando se virava para mim, meu pau implorava por encostar em seu corpo, latejava... Chegava a doer.
Ela sabia bem da minha situação, e judiava... Deixava minha mão dormente. Mulher safada.

Tentação gostosa... Perdição de mulher.

Ainda volto pra lá...

- Juliane França

Odeio que meu corpo grite seu nome
Como uma criança que grita pela mãe Odeio quando me toca e me encharca
E faz meu coração acelerar
Minha buceta pulsar
Só com um olhar

Odeio querer dar pra você toda hora
Odeio que minha boca queira te chupar
E que meus olhos desejem
Assistir seu orgasmo
Odeio amar sua porra em meu corpo
Escarrada, como uma obra de arte

Odeio estar sempre disponível
E sentir tesão com suas fotos
Logo eu, que nunca vi graça nisso

Detesto ter a necessidade
De esfregar minha boceta por você
Todas as manhãs
Para ter um dia mais... Calmo

Odeio. Merda, como odeio!
Odeio que meus instintos
Tenham me dominado
Você é meu crack, minha heroína
Você é uma droga
Uma maldita droga deliciosa

Odeio que me tenha em suas mãos
E que suas mãos sejam as únicas
Que me fazem gozar gostoso

Odeio não precisar de álcool
Pra te ligar ou mandar mensagens
Cheias de desejo
Tento me saciar sem você
Mas parece impossível

Vamos foder hoje a noite
E acabar quando ser noite do outro dia

- Juliane França

Moreno
Se você soubesse do fogo
Que acende dentre minhas pernas
Quando sinto seu perfume
Se soubesse das vezes que me toquei
Imaginando seu toque
Se soubesse das vezes que pulsei
Quando sorriu para mim
Iria achar que sou pervertida
Safada
Safada por você, moreno
Me despe, me bate, me suga
Me molha, entra em mim

Moreno, esse corpo é seu
E teu corpo é meu
Quando o suor do teu corpo escorrer em mim
Serei rainha, estarei nas nuvens
Da maciez dos seus lábios de veludo

Me chupa, quero meu gosto em você
Quero marcar território
Ah, moreno
O teu corpo é meu maior presente
Você tem uma admiradora fiel
Uma buceta apaixonada
Que chora todos os dias por você

Te desejo
Te engulo o quanto quiser
Deixa ela chorar na sua boca
Alimente ela com seu pau
Moreno... Isso é covardia
Não me deixe voltar molhada pra casa
Me faça voltar voando
Sorrindo
Tranquila

Ardida...

- Juliane França

Essas mulheres são loucas
Tanto falam e pouco fazem
Tanto prometem e nada cumprem
Gastam seu tempo
Falando mal das outras
Como se transar fosse ruim
Como se dar fosse má ideia
Ou sinônimo ser prostituição
Não, não escolhemos ser prostitutas
Mas escolhemos dar e receber
Escolhemos gemer de tesão
Escolhemos gozar
Escolhemos beber
Escolhemos usar as roupas que quisermos
Escolhemos ser nós mesmas
E deixar pra trás essa ideia antiga
De que gostar de sexo é coisa de homem
Parece piada... Elas são loucas
Transam sem vontade
Fingem orgasmos quando nunca tiveram um
Isso é, quando transam
Não tenho outra descrição para elas
Ela são completamente malucas
Escondem suas identidades
Se reprimem
Têm vergonha de si mesmas
Eu morro de dó
Mas ninguém pode fazer nada por elas
Ninguém que não seja elas mesmas

- Juliane França


De todas, ela era a mais quieta. Além de quieta e de poucos assuntos, ela é linda de uma forma tão absurda...

Quando tive a oportunidade de conhecer melhor aquela menina, vi que era totalmente diferente do que parecia ser. Seu rosto ingênuo não fez jus à sua verdadeira identidade.
O beijo dela não é comum, ela quer mostrar, com sua língua, o que deseja a que eu faça em seu corpo. Ela leva minha boca até seus seios e se contorce de tesão. Ela ama bater uma pra mim no cinema, e vai de sainha pra gozar junto comigo.

Aquela menina faz sexo como um animal. Ela tem fantasias masoquistas, mano. Aquela menina é toda a minha perversão sexual comprimida em uma pessoa só.
A safada não perde uma oportunidade, sempre quer me sentir, sempre quer meu pau. Não me deixa em paz...
Santinha o caralho! Essa menina é a maior safada que eu conheço.

Pra casar. Pra amar. Pra cuidar... Dar amor e muito sexo... É com ela que eu quero passar o resto da minha vida.

- Juliane França

Noite passada sentei em diversas picas diferentes, já que me disseram que isso me faria esquecer da visão de meu ex na cama com outra mulher.

Eu estava desesperada e meu chão já havia se despedaçado, eu estava sozinha mesmo que dentre muitas amigas solteiras. Sozinha, mesmo com um monte de rapazes querendo me comer e eu dando pra eles.

Cada semana era um cara diferente. Semana passada até que conheci um legal, que se preocupava com o meu orgasmo, mandava mensagens quando chegava em casa e de vez em quando, me abraçava. Abraços que eu contava os segundos para terminar.

Eu estava com nojo de mim, transava chorando. Gozei algumas vezes, mas era tão vazio... Bebi o que eu não podia e chegava em casa cambaleando. Quantas vezes vomitei esse mês? Já perdi as contas.

Uma hora, esses paus devem fazer diferença! Eu não consego dormir e o cheiro dele ainda mora em mim.
Pensei em mandar mensagens para ele e quando adicionei seu número novamente, percebi que havia me bloqueado.

Hoje eu quero que três homens me chupem, de uma vez só. Não posso chorar, preciso dar e beber, como minhas amigas me aconselharam.

Quando me olho no espelho, vejo uma mulher linda de olhos inchados e boca seca. Percebo, finalmente, que além de todas as amigas, estou sozinha e não há nada que alguém possa fazer por mim além de mim mesma.

Não é homem que cura dor. Não é bebida que faz a mágoa se diluir. É o amor próprio. Ele sim, vai fazer minha vida progredir e meu mundo ganhar cor aos poucos.
Talvez eu nunca tenha tido amigas, elas estavam me matando. Eu era apenas a cobaia delas.

- Juliane França

Olhe só para mim, só penso em sexo

Só penso em gozar. Deixei pra lá a dureza do mundo e hoje, me entrego à homens bem "duros".
Esqueci dos problemas, nem sequer sonho com amores ou conto com novas amizades. Me prendi à mim. Cansei de derramar lágrimas por essa gente tão imunda.

E hoje trato os homens como transas. Se forem bons, pode ter um segundo round, ou terceiro... Mas não passa disso.
Estou pensando num menage, numa suruba com o pessoal pervertido da faculdade e até mesmo na lésbica que disse sonhar em me chupar... Quem sabe.
Também estou querendo viajar, posso chamar minha amiga de infância e se ela negar pelo décimo ano consecutivo, encontrarei prazer em ir sozinha.

Quando uma de minhas transas disse que sentia algo a mais por mim, eu sumi. Hoje fujo do amor, corro como louca de qualquer tipo de laço.
Quero que o amor passe longe de mim, já que quando me abraça me arranca a carne.
Fechei meu coração e abri minha mente. Abri minha agenda. Abri minhas pernas.
Abri minha boca para mais uma dose, para gargalhar para gemer, para enlogir prazeres... Ah, me abri tanto, me arreganhei. Mas o coração continua trancado e não há corpos que violem esse lacre.

Não me importo se ficar sozinha. O mundo é tão grande para depender emocionalmente de pessoas que gostam de nos manipular. A vida é tão curta para noites chorosas em quartos escuros, enquanto lá fora há um céu estrelado com uma lua cheia majestosa...

- Juliane França

Sempre odiei ir ao médico, pois não me sentia bem ou confortável. Fora o tratamento dele com os pacientes... Como se todos fôssemos meros números, metas do dia ou obstáculos pelos quais eles devem passar antes de cruzar os braços e relaxar.
Ir ao ginecologista era difícil. Passei muitos anos para aceitar que um desconhecido iria ver minha vagina e mesmo assim, exigi que fosse uma mulher! Nossa, vejo tantos casos de médicos que molestam pacientes... Velhos babões!
Segundo as exigências do exame, eu não poderia ter relações sexuais antes de fazê-lo. Mal sabiam que eu estava há quase 1 ano sem transar.
Com muito nervosismo, fui. As pernas trêmulas, o corpo desconcertado e o medo bem notável.
A ginecologista era um amor, me pediu calma e disse que não iria doer.
Levantei o vestido e tirei a calcinha. Minha vagina estava lisinha e impecável, e foi assim que ganhou elogios da moça tão simpática:
"Que bucetinha mais linda, Jessica."
Tive uma excitação espontânea, inexplicável.
Minha vagina nunca havia sido elogiada por uma mulher. E ela era tão linda... Os cabelos batiam no bumbum, o corpo era desenhado como violão e os olhos cor de piscina. Mas eu não tenho atração por mulheres, então fiquei sem entender à mim mesma.

Ela explicou todo o processo e a todo o momento se referindo a minha vagina como "essa bucetinha linda". Me olhava no fundo dos olhos e respirava fundo.
Antes do exame, ela se sentou de frente para mim, no meio das minas pernas e ficou admirando... Meu clitóris ficou inchado de tesão e ela percebeu. Perguntou se eu queria um beijo para me "acalmar" e eu não respondi nada.

Aquela mulher chupou minha boceta como ninguém chupou. Sua língua era enorme e conseguia me foder ao ponto de não precisar de um pênis. Agarrei-a pelos cabelos e a pressionei contra meu clitóris, o qual ela mamou deliciosamente.
A porta estava entreaberta e eu nem me importei. Um enfermeiro deveria ter me ouvido gemer e passou pela porta intencionalmente. Ao se deparar com a cena, entrou na sala, trancou a porta e se masturbou vendo nós duas.
Eu não tive como negar tudo aquilo, estava prestes a gozar na boca mais aveludada que eu tive. E quando gozei, ela se lambuzou com meu gozo...
O enfermeiro ainda não havia gozado, então a safada fez ele gozar na boca dela. Gostava de engolir gozo.

"Todos tranquilos?"
Ela expulsou o cara da sala e seguiu o exame, como se nada houvesse acontecido.
Posso dizer que fiquei maravilhada com a qualidade do exame e virei com meu marido da próxima vez.

- Juliane França

E pela primeira vez, Lucas gemeu
Gemeu gostoso, alto, com vontade
Como quem brinca nos anéis de Saturno
E volta devagar
Passando por cada estrela suavemente
Homem com h maiusculo!
Com barba e bigode
Braços fortes e peitoral volumoso
Voz grossa que parece rouca
Quase 2m de altura
Um baita macho
Muito bem casado
Com uma loira espetacular
E só ela tem o poder de levá-lo à Saturno e todos os outros planetas
Só ela o faz gemer
E ter orgasmos épicos
Quando o penetra, acaricia
Lambe, estimula
Quando todos os tabus são quebrados
E nada mais existe além dos dois
Longe de qualquer preconceito
Sem essa de que só mulher sente prazer por trás
Sem essa de que homens só enfiam
E mulheres só recebem
Sem essas "quadradices"
Porque assim como o amor
O sexo também tem suas vertentes
Caminhos diferentes
Lucas custou a assumir
Mas depois que admitiu...
Viaja quase todas as noites

E não é gay
É hétero, sem sombra de dúvidas
Muito macho!!
Homem o suficiente para se abrir com a esposa
E não pagar prostitutas

- Juliane França

Hoje, não pude deixar de escutar a conversa que rolava no bar onde você estava. Acredito que tenha ficado com ciúmes quando seus amigos deixaram de dar atenção ao que você estava falando para me olharem.

"Essa menina aí é contato meu! Gostosinha, só vive no meu pé."

Pensei muito em virar e te dar uma resposta, mas não iria valer a pena debater com você, contando com uma plateia de bêbados nojentos.
Talvez seja melhor te responder por aqui, nessa mensagem. Acho que é só o que merece.

Sou contato seu faz um tempo e não sou gostosinha, sou deliciosa. Deliciosa ao ponto de você nunca ter dado conta e de já ter te deixado de pernas bambas, só com minha boca.
E não sou menina, sou mulher o suficiente para não levar em conta a insatisfação que tenho com você na cama, pesando na balança as vezes em que ficávamos juntos e eu me sentia... Segura.
Fui mulher ao ponto de não espalhar para ninguém que nunca me fez gozar.

Fui a mulher que quis cuidar de você, apesar de jamais ter satisfação sexual. Relevei sua língua burra e seu pênis meia boca, apostei no seu caráter inexistente.

Devo te alertar de que o menino aqui é você, e nem é gostosinho. Portanto, é bom que daqui em diante conte vantagens verdadeiras aos seus amigos fedidos.

E quando eu passar e seus amigos me olharem, engula seu orgulho e lembre-se de que sou a mulher que você jamais foi capaz de fazer mulher.

- Juliane França


Hoje, quero alguém que me chupe o dia inteiro.

Sem cobranças
Sem compromissos obrigatórios
Sem laços fortes
Sem ligações melosas no dia seguinte
Só quero beije minha boceta
Como quem beija uma boca que ama
Como quem chupa uma manga doce
Como quem abocanha uma melancia
Sedento...
Preciso que meus lábios sejam sugados
Preciso que meu sexo seja engolido
Molhado
Preciso ser mamada
Sim, preciso
Assim como às vezes preciso de amor
Ou companhia para ir ao cinema
Hoje preciso ser chupada
Necessito me derreter numa boa boca
E vê-la engolindo meu prazer
Numa mesa de cozinha
Em cima do carro
Num elevador cheio de câmeras
Ou numa confortável poltrona
Bebendo uma taça de vinho
Enquanto minha boceta é beijada loucamente
Até que eu largue a taça
E tente me apoiar em algum lugar
Louca de desejo
Hoje, quero esquecer do resto do mundo
Enquanto mato minha fome

Mesmo que essa morte só demore algumas horas

- Juliane França

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Beijo Doce?

Beijo doce?
Dispenso!
Beijo bom é beijo salgado
Com gosto de viagem
Com gosto de mergulho
De pulo nas ondas
Com gosto de mar

- Juliane França


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Meus Sentimentos e Reflexões
Olá, como vai? Espero que bem! Tenho 20 anos e sou completamente apaixonada pela escrita. Desculpe, sou péssima para me descrever, creio que para conhecer mais sobre mim, só me conhecendo ou mesmo me lendo! (risos) Seja bem vindo (a), espero que goste. Não venha só uma vez!
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