Meus Sentimentos e Reflexões +18
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Home Archive for 2017

A tensão da faculdade não foi nada perto do que ele me causou
Assim que cruzou a porta, sua voz firme estremeceu meu corpo
Desejei que aquelas mãos tentassem apagar todo o meu fogo
Professor que deveria me ensinar como controlar meus instintos
Meus instintos perto dele
Na frente dele
Quando ele passava por mim e... Meu corpo pulsava
Desejei que o livro que ele abria todos os dias fossem minhas pernas
Minha calcinha ficava encharcada, meu coração batia forte
Minha boca secava, esperando loucamente por seu beijo
Todos os meus lábios queriam sentir sua boca
Meus joelhos se esfregavam, tentando conter o furacão debaixo da mesa
Brincava com a caneta, tentava ignorar aquilo tudo
Tentativas em vão
Meu corpo estava fora do meu controle
Um descontrole gostoso...
Impossível domá-lo
Com certo tempo, nos aproximamos como professor e aluna
E quase consigo resistir, mas quando ele não me resistiu, me entreguei
E foram ensinamentos e aprendizados
Pegamos fogo, como um só
E como dois loucos cheios de tesão, nos devoramos
Ele me ensinou muita coisa, como um professor deve fazer
As aulas particulares eram as minhas preferidas
Sua boca era deliciosa
Ele desfrutou de meu corpo com fome
Apagou meu fogo com vontade, com firmeza
Com força...
E me fez ter prazeres desconhecidos
Orgasmos tão intensos
Gemidos incontidos
Sei que muita gente pode julgar
Mas as mesmas que julgam, gostariam de viver um terço do que eu vivi
Muitas dessas pessoas não tiveram metade do prazer que eu tive
E não terão na vida inteira
E jamais entenderam um dos significados de “gozar a vida”
Aquele homem me causou um turbilhão de emoções, como ninguém nunca causou
Nunca havia usado ninguém, mas tive de usar aquele homem
E se ele me usou, que use mais umas cem vezes
Nos usamos
Foram as aulas mais quentes que já tive
As aulas mais molhadas, mais deliciosas
As aulas que qualquer mulher merece ter
- Juliane França

Mulher quando quer provocar é ruim. Pior que tentar negar Itaipava geladinha no churrasco. Todas são assim. Todas têm algo único que cativa. Seja no jeito de falar, de olhar, no corpo, no sorriso, nos cabelos... E as que têm tudo isso junto? Aí já era!

Você, rapaz casado, que lê isso e se lembra da mocinha do seu bairro, da gatinha do serviço ou de qualquer outra que não seja a sua mulher, lembre-se de que algum homem vai se lembrar da sua esposa ao ler isso. Pois apesar de você não enxergar mais beleza na sua mulher, ela têm armas fatais, as quais pode usar para enlouquecer qualquer homem. Porque mulher é assim. Não só as novinhas, não só as solteiras, não só as loiras ou morenas, mas todas, inclusive sua esposa.

Aproveite esse fim de ano para elogiar e valorizar o mulherão que você tem. Comemore 2018 com a família e depois comemorem à dois. Existem coisas que deixamos de enxergar, mas ainda continuam lá, esperando por reconhecimento.

Um feliz 2018!

- Juliane França

A pele arrepia
Revelando que o corpo está em festa
Teu corpo e o meu somos um
Meu pescoço
Minha nuca
Meus pés
E meu sexo
Desejam arduamente
O passear de sua boca

Estou em arrepios
Não paro de me contorcer
Não me controlo
Abandonei todos os meus afazeres
Dane-se, faço depois

Te quero mais
Mesmo que me faça soar
Com milhares de descidas e subidas
Em seu membro tão macio
Ao mesmo tempo que tão duro

Desce, sobe
Sobe, desce
Rebolo, esfrego, pulo
E a cada vez que olha para o teto
Eu molho ainda mais os lençóis
A cada vez que me joga na cama
Vejo uma constelação
Sei que quase gozou na minha boca
Mas segurou

Obrigada por presentear minha vagina
Com o melhor beijo do universo
As laranjas mais doces me invejaram
Pela destreza que sugou meu mel
"Me deixa cheia de você, amor!"

E ao seu melhor olhar para o teto
Quando te senti pulsar
Acordei com o pôr do sol na minha cara
Alguns cachorros latindo
E atrasada, muito atrasada

É impossível acontecer
Mas sonhar é livre
E pode ser pecado
Mas é meu pecado preferido

- Juliane França

Aquele sim, é foda
Veja, ali tomando uma caipirinha
Rindo com o garçom

Baixinho, corpo comum
Barriguinha mediana
Diz que quer fazer academia
Mas por saúde, não por estética
Não liga pra corpo sarado
Não é lá tão bem dotado
Pouco sociável
Aprecia morenas
E eu sei bem disso

Mal se ouve sua voz rouca
Perto daqueles que se exibem
Corpos lindos e vazios
Rostinhos simétricos
Dizem que fazem e acontece
E não aprenderam satisfazer uma mulher
Porque acham que a beleza basta
Ah! Idiotas

Quando fica com alguém, se cala
Bebe e brinca, mas não espalha
Não promete me deixar louca
Mas deixa, sem fazer esforço
Leva para tomar um suco
Levanta o a caipirinha em minha direção
Esboça um brinde e sorri
Descontraído, sem intenção

Mas seu beijo me derrete e a pegada
É única
Meu corpo pede por algo a mais
Ele atende minhas vontades

Ele parece querer prolongar
Quer virar a noite
Me fazendo gozar várias vezes
Experiência exala
Parece ter meu manual de instruções E no final, ele sorri
Molha o rosto suado
Toma um café, pra tirar o meu gosto da boca
E me abraça, se preocupa se gostei
É humilde
Pergunta se foi ruim
E no que pode melhorar

E eu, mal consigo responder
As pernas estão trêmulas
Não consigo ficar de pé
Ainda estou pulsando
Como uma árvore de Natal

O poder não está no corpo
Tampouco no tamanho
Está no jeito
No olhar, nas mãos
Na estratégia
Na humildade
É raro
Ele sim, é o cara
Não precisa se promover
Pois ser si mesmo já é o bastante
Para enlouquecer qualquer mulher

Para me enlouquecer...

- Juliane França

Assim como qualquer pessoa, você tem o direito de gozar umas quatro vezes ao dia. Ou aquela uma vez obrigatória antes de dormir.
Por um dia duro, engolindo sapos, deve lhe recompensar com uma noite leve, sentindo o sabor doce dos dedos. Profissionais. Ótimos no que fazem.

Se ame, me toque, se conheça. Porque a vida é curta demais para perder tempo com críticas quando se poderia estar tendo bons orgasmos.

- Juliane França

Deixa o amor pra lá
Hoje foi tesão logo de cara
Foi pele, carne e olhar
Voz no ouvido, seu perfume em mim
Mãos provocando um incêndio
E nossos corpos esfomeados por prazer
Em nosso beijo, senti seu volume
E o desejei dentro de mim
Implorei, precisei
Precisamos um do outro
Como forma de renascimento
Em um quarto meia boca
Começando no meu carro aos pedaços
Nada mais importava
Além de nós
O mundo inteiro foi nosso motel
E quem estivesse perto que usasse fones
Ou apreciasse, como pervertidos
O nosso show
Não paramos, fodemos como loucos
Até nos tornarmos líquidos

- Juliane França

Homens, entendam que a vagina não é tão simples como o pênis de vocês. O sexo jamais será satisfatório somente com a penetração, não importa se o pênis é grande, pequeno, fino ou grosso. Mulher gosta de carinho, nas mais diversas áreas do corpo. Mulher gosta de mistério, gosta de ser bem provocada e bem excitada.

Vocês não têm ideia do quanto mulher gosta de ser chupada. É um passaporte direto para o paraíso, sério. Mulher gosta de beijo no pescoço e umas mordiscadas nos pés é delicioso. Gosta de um bom aperto no bumbum e um olhar no fundo dos olhos.
Elas gostam de se sentirem únicas, gostam de enlouquecer, gostam e merecem gozar. Depois de explorar toda a mulher, aí sim é hora de penetração, quando a mulher já está toda ensopada.

Não se apressem. Não sejam egoístas. Não gozem numa vagina seca. Explorem tudo e mais um pouco, se preocupem com o prazer dela, antes que outro alguém se preocupe.

- Juliane França

Piranha sou
Quando acordo molhada
E estou louca pra dar
Quando ligo para o seu amigo
Que me deixa louca
E o obrigo a me chupar
Sou vagabunda
Quando coloco um vestido
E vou com ele ao cinema
Pra facilitar
Quando quero trepar na cozinha
E exigir ser bem comida
Quando ele me pega por trás
Enquanto eu sensualizo ao cozinhar

Eu não presto
Quando exponho à você meus desejos
Quando revelo que sou mulher
E você descobre que sou carne também
Desculpe quebrar sua ideia
Você achava mesmo que
Eu era uma boneca de porcelana?
Não sou
Hoje, me chama de piranha
Putinha
Vadia perdida
Mas me diz aí
Perdida ou perdição?

Você não vai me ter
E tampouco meter comigo
Sou piranha, mas uma piranha
Que escolhe com quem quer ficar

Sua raiva pode exalar
Sua boca pode vomitar horrores de mim
Mas suas mãos jamais tocarão meu corpo
Sei que a piranha aqui é protagonista
Nos seus sonhos mais gostosos

- Juliane França

Menina assanhada
Chega quando quer
Pede beijo e dá cantada
"É tudinho seu. Quer?"

Rebola na sua frente
Pra instigar ou só por prazer
Na cama, louca de pedra
Se bobear, a cama quebra
Menina, que faz valer

Todos à olham torto
Casados à chamam de safada
Mas aquele shortinho
Com o cropped tão curtinho
A fazem unificada

Desimpedida e feliz
Quem quiser dizer, diz!
Enquanto ela realiza seus desejos
Uma viajem, um bom beijo
Uma noite, mordidas no queixo
E jamais se contradiz

Respeita o cunhado
Seu marido
O casal de namorados
Muito mais que sua amiga
Elegante e bem vestida
Que em meio às suas saídas
Faz de você, mulher traída

Se oriente
Mulher assanhada também é gente
Com uma diferença pequenininha
Não é o vermelho da calcinha
Mas a liberdade na mente

- Juliane França



É tão catastrófico começar o sexo com intenção de gozar, sem explorar cada pedacinho e indo direto ao ponto...

O sexo não se resume somente aos órgãos genitais, pois os pontos que dão tesão estão espalhados pelo corpo inteiro. Orelhas, pescoço, coxas, pés, costas, mãos, barriga...
Nosso corpo é todo estimulável, sedento de prazer e principalmente: um prazer cheio de qualidade, resultando num orgasmo espetacular.
Sexo vazio é como beber água quente no calor. Portanto, faça a diferença.
Acaricie, toque e vasculhe os pontos A, B, C até finalmente, sem muita pressa, chegar no G.

Enlouqueça, seja inesquecível. Vai valer a pena.

- Juliane França

De repente, ela topou o que ninguém imaginava

Ela, eu e meu amigo
Esquecemos os sentimentos afetivos lá fora
Que se dane! As roupas?
Nem sei onde foram parar
Naquele quarto, o importante era saciar nossos corpos
Suados, tesudos, inchados
Cada um mamando um seio
Um chupando a frente e outro lá atrás
E ela, vendo umas mil estrelas
Nos recebendo gentilmente
Ao mesmo tempo
Em dois buracos deliciosos
E uma boca espetacular

Que boca...
Seca de tanto gemer
Batom vermelho borrado
Lápis de olho derramado
Ao chorar, devorando nossos membros
Membros que foram acariciados como nunca
E como gozamos
Como três cavalos
Como três desesperados, loucos
Como se nada mais existisse
E nada mais existia

E depois de nossas horas de insanidade
Ela se vestiu e chorou
Achando que se tornou imprestável
Mas aquela menina me ganhou
Deixando de oprimir seus desejos
Se rendendo, sendo ela mesma
Assim como eu e meu amigo fomos nós
Linda. Gosta de dois e mostrou a que veio

Aquela menina ganhou meu respeito
Só por ser original
É pra casar
É pra namorar
É para se declarar
Porque além de gostosa
É verdadeira

Quantas santinhas por aí se excitam Vendo vídeos de dupla penetração
E ninguém nem imagina?

- Juliane França


Safada desde cedo
Punheteira
Passa horas no quarto
Se fazendo gozar
Se preparando para o dia
Se relaxando para a noite
Vídeos
Lembranças daquele professor gostoso...

Não dispensa um bom orgasmo
Não é falta de homem!
Até porque é difícil algum concluir o serviço
Ela ama se namorar
Os orgasmos mais intensos
Foram causados por suas mãos molhadas

Bate carteira no xvideos
Seus dedos já ficaram dormentes
E tem orgulho de dizer
Que evitou decepções
Que já cansou de sofrer
Que já ficou na mão, literalmente
Que prefere estar no seu quarto
Ao estar em quartos sujos
Com alguém mais sujo ainda
Prefere molhar seus dedos
Ao enxarcar seus olhos

Um dia, alguém aparecerá
Mas sem pressa
Sem ansiedade
Sem esse ser o objetivo principal
Porque jamais foi

Hoje, ela é apaixonada por ela
E se ama toda hora
Como uma louca
Pervertida, danada
Feliz

- Juliane França

O cara na maioria das vezes, chupa a parceira para agradá-la. É explícito quando o homem não gosta ou tem nojo. Daí o abençoado vai e fica lá, só com a pontinha da língua no clitóris, quase nem tocando nela. Uns são crentes de que o ponto G é lá, no clitóris, assim fazendo uma esfoliação nele.

É nessa que a coitada finge que goza só pro cara parar com aquela coisa pavorosa. Então, o bonitão se acha o pica das galáxias porque fez a mulher gozar na língua dele. Mas não, não fez.
Mulher gosta de ser bem chupada, sem frescuras e sem pressa. Mulher gosta de que o parceiro a explore por completo com sua boca...

Chupe uma boceta como você se acaba numa laranja, com sede, com desejo de sentir o caldinho da alegria. Esquece tudo e desce com a língua até a parte de trás. Se você for um bom menino, pode ganhar brindes. Sacou?
Sem o oral, a transa é imcompleta e carente. Até mesmo nas rapidinhas, se possível, caia de boca no meio das pernas dela.

Não se contente com uma encenação, seja mesmo "o cara". O importante não é você gozar, o importante não é a mulher gozar, mas os dois.

Então chupe sem medo, sem nojo e sem pressa. Tenha prazer em chupar. Conheço casais que não deram certo pelo homem ter nojo. Conheço casais que se casaram porque o homem faz direito.

Mas e você? Vai continuar se engrandecendo pela mulher que fingiu que gozou na sua boca só pra você parar?

- Juliane França

Quem come você sou eu

É minha boceta que engole seu pau
É você quem invade minha casa
É você que se esconde dentro de mim Como um fugitivo sem lar

E como uma casa gentil
Te acolho
Te engulo
Te como
Te massageio

Sou eu quem acabo com você
Que exijo sua dureza
E sua potência

Então não me faça rir
Falando que você me come
Porque você some em mim
E quem come sou eu
Como quando quiser
Como de jeito
Com amor
Com safadeza

Ou com os dois

- Juliane França

Galinha

Esfrega os peitos na cara!
Sem nem perguntar se quer mamar
Beija ele com a boca de cachaça
Sem saber que ele tem nojo de álcool
"Que não me dê ânsia"

Pegador
Que bate na bunda e puxa o cabelo
Que deixa sentar na cara
Ela esfrega sem dó
Ele lambe até o fundo
Lambe até atrás

Safado!
Que na verdade, só quis satisfazê-la
E ouvir seu gemido de orgasmo
Contando os segundos para isso
E finalmente, ejacular

Cachorro
Que jamais falaria de sua boceta
Larga e mal lavada
Que batia na bunda para sentir o tesão
Que não sentia
Que puxava o cabelo dela
Para o pau não amolecer
Que teve as expectativas amarguradas
Que gozou lembrando daquele pornô

Mas jamais revelaria a verdade
"Você foi ótima, gozei como um cavalo!"
"Você é uma mulher incrível!"

Preferiu ocultar ao magoar
Mentir? Talvez
Mas uma mentira do bem

Não mais sair com ela já bastava

Porque gozar é fácil
Difícil é gozar intenso e gostoso
Não é qualquer um
Não é qualquer uma...

- Juliane França.

Puta

Leva gozada na cara
Na bunda e na vagina
Será que ela toma remédio?
Nego quer nem saber
Será que ela gosta de engolir esperma?
Quem liga?

Putinha
Que lá, tudo faz e ainda grita
Geme gostoso
Geme um pouco mais alto
Só pra excitar
Excitar ele, porque ela nem sentiu nada

O pau dele é microscópico
E seu corpo nu, não a agradou
Não sabe chupar uma mulher
Só chupou pra molhar, pra entrar
Ele achando que ia tocar seu útero
Se iludiu na busca pelo tal ponto G
Sendo que não achou nem o A

Puta
Que conta os segundos pra ele gozar
Que implora por isso
E gentilmente diz que foi bom
" Você se superou, me levou às nuvens"
Com intenção de jamais magoá-lo
Guardando segredos daquele dia horrível
Dos minutos ridículos e patéticos
Da atuação que fez em cima da cama
Com os olhos de decepção
Mas magoar ele, jamais

Esquecer e recusar seus próximos convites já é o bastante

E ele, se sentindo o maioral
Espalhou para os amigos o que era segredo
"Acabei com ela!
Fiz ela gozar no meu pau.
Gozei na cara dela"
E ela gostou,
Porque ela é puta"

Uma "puta" que na verdade, só não quis magoar ninguém.

- Juliane França

Preciso gozar, e não é qualquer um que consegue, só ele...

Ele não é nenhum Cristiano Ronaldo, mas tem o sorriso gostoso de assistir, as mãos são grossas e seus dedos, deliciosos. O pênis dele é mediano, consegue me preencher de forma impecável.

Além do nosso sexo ser ótimo, nunca abri mão dos orgasmos intensos que aquele homem me proporcionava. O grande problema é que só gozo gostoso em situações perigosas.

Na escada de algum prédio aleatório, na roda gigante, no cinema lotado, no estacionamento (com as portas do carro entreabertas), na casa de algum amigo nosso, em cima da mesa da mãe dele, etc.

Quando estamos prestes a sermos pegos e ele faz carinho no meu grelo, vou às nuvens e minha boceta chora, dever e prazer dele beber do meu gozo.

Ele me chama de louca, mas é viciado em minha loucura, no gosto dela, no caldo dela...
Precisamos marcar um próximo encontro.

- Juliane França

Você me enlouquece e me cativa, me faz piscar como uma árvore de natal. Me faz tremer como se estivesse com frio, mesmo estando em meu estado mais quente.
Tenho sede e fome de sua boca, tão precisa e tão habilidosa... Seus cabelos lindos raspando dentre minhas coxas, enquanto minhas mãos lhe fazem cafuné, em troca do carinho delicioso que minha boceta recebe.
Sua língua no meu clitóris, passeando e circulando, brincando e massageando, enquanto viajo nas mais intensas ruas do prazer. Desejo que jamais deixe de chupar minha boceta, nem por um segundo sequer. Se quiser, beije meu **, que também é louco por sua boca.
Me jogue em cima do muro, na pia da cozinha, no chão da sala, na casa do seu amigo... Abra minhas pernas e beije minha boceta. Porque ela te ama, como jamais amou ninguém. 

Temos uma conexão eterna, meu amor. Ninguém mais faz como você, é por isso que sento com vontade, porque sempre me fez feliz. 

Não existe beijo melhor que aquele que me dá, quando está com meu gozo na sua boca...


- Juliane França

Ele não era tão novo, só que mais novo que eu. Não tinha tanta experiência e aquilo me excitava. Eu sempre gostei de ensinar.

Saber que aquela boca enorme não havia beijado uma boceta antes me fazia imaginar situações perversas.

Em um sábado a noite, optamos por ir ao cinema ver um filme qualquer. A sessão estava vazia e eu estava intencionalmente com um vestido muito leve. Nos beijamos o trailer inteiro e aquilo bastou para que ela ficasse completamente molhada.

Eu queria a boca dele lá, naquele momento. Por mais inexperiente que fosse, ele sabia do que eu queria. Abaixou-se na minha frente, colocou minha calcinha de lado e ficou acariciando ela com seus dedos. Seus olhos eram curiosos, ele lambia seus lábios com desejo de encarar minha menina.

Com algum tempo me estimulando com os dedos, finalmente pude sentir seus lábios macios nos meus lábios molhados. Foi um dos melhores beijos que ela recebeu. Literalmente, vi estrelas.

Envolvendo toda minha boceta em seus lábios e a beijando como beijou minha boca...

Pressionei sua cabeça contra ela, olhei para os lados e apoiei minhas pernas nos braços da poltrona. Ele não quis parar de chupar, mas o filme estava acabando e ele teria que subir e disfarçar.

"Limpa a boca, amor."

Haveriam outras sessões, outras ocasiões, as quais ele poderia me sugar inteira, eu não acharia ruim. Nem um pouco...

- Juliane França

Arrepios, falta de apetite, boca seca, pés balançando... Sintomas que me inundaram ao me encontrar com ele. Foi como se não nos conhecêssemos. Apesar de nossa amizade ser forte, iríamos conhecer um lado novo um do outro.

Ele sempre tão calmo, me surpreendeu com seu lado grosseiro ao me jogar naquela cama barulhenta. Me despiu e passeou levemente com sua boca por todo o meu corpo. Abocanhou meus pés e senti um prazer antes desconhecido, desejei ser engolida.

Nosso beijo foi uma explosão de sabores viciantes. Nosso toque foi perfeito e a sintonia, inexplicável.

Minhas pernas tremiam enquanto ele me bebia e a expressão dele era de pleno prazer enquanto esteve em minha boca.

Não éramos mais amigos íntimos. Éramos homem e mulher cheios de desejo, gozados, suados e sorridentes, como quem zomba da situação.

Depois das roupas vestidas, a amizade continuava, mais forte que nunca. Sem ressentimentos, sem mágoas e sem amor.

Porque amor só atrapalha as coisas.

- Juliane França

Quem trabalha com pornô, precisa amar o que faz

A indústria pornografica nunca foi tão vazia, pobre e regressa. Antes, os atores ganhavam bem, eram mais seletos, eram mais bonitos e de certa forma, mais valorizados profissionalmente. Atualmente, conseguem arrecadar menos de 22% dos filmes e ainda são expostos em plataformas gratuitas sem sua permissão.

O Xvideos é uma dessas plataformas, disponibiliza em torno de 17,2 milhões de vídeos, gratuitos. Muitos desses vídeos são gravados por diretores que filmaram as cenas com suas câmeras. Por vezes, câmeras sem muita resolução, pois os profissionais responsáveis pela captura do vídeo tiveram de ser dispensados por conta da falta de verba.

As atrizes, tomam um medicamento indicado para mulheres que estão em trabalho de parto, para relaxarem os músculos e anestesiar, possibilitando o sexo anal, caso nunca tenham praticado (é comum que muitas atrizes tenham experiências novas nos sets de filmagem). Os atores tomam algo que os fazem ter aproximadamente cinco horas seguidas de ereção com o pênis anestesiado.

Muitas vezes você se toca e goza vendo casais anestesiados e dopados. Talvez, nem ao menos se cumprimentaram antes de começarem as cenas. Nada natural, sem sincronia, sem tesão. Uma atuação que literalmente, os invade, os agridem.

É possível gostar de acordar às 3hrs da manhã para ter relações sexuais com alguém que nunca viu na vida, frente à uma câmera, suspirando mecanicamente e não arrecadando quase nada? Talvez seja, na verdade sim. Se não fosse, não surgiriam mais vídeos novos em alta definição.

Eles precisam gostar. Seja do exibicionismo ou da possível adrenalina de se relacionar com várias pessoas desconhecidas. Seja lá o que for, precisam gostar, precisam amar.

O pornô em si, é uma das mentiras que mais levaram a sério em toda a história.

- Juliane França



Ele não era bom de conversar, tampouco romântico. Ele era grosso, sério, original... Aquilo me excitava.

Ele é daquele tipo de homem que não parece saber tratar uma mulher na cama, mas em matéria de sexo, ele tem doutorado.

Quando me lembro dele, morro de saudades. Meu corpo nunca obteve tanto prazer.
Não havia lugar certo, gostávamos do perigo.
Todos os dias me toco lembrando dele, lembrando de como ele rasgava minhas calcinhas e me chupava até os lábios incharem, das marcas que ele deixava em minhas costas e em minha bunda, dos xupões nos meus seios, da língua áspera que adentrava meu **, do gosto forte que ele tem...

Tantas lembranças, tantas loucuras, tantas saudades, tantas grosserias gostosas. Momentos que não vão voltar, mas ainda tenho o número dele...

- Juliane França

Eu e ele nunca estivemos em tanta sintonia como ontem.

Aquele parque é tão lindo... Há muitas cores e flores de diversas formas, há também uma ponte pequena e florida a qual usam bastante para fotografias.

Nossos beijos estavam perigosos, carregados de malícia e fogo. O frio de outono sumiu dando lugar a um verão fora de época.
Eu queria ele, ele me queria... E tinha que ser naquela hora, naquele lugar.

Fomos para um espaço do outro lado daquela ponte, onde não tinha ninguém e estendemos a toalha de piquenique no meio de umas árvores bem altas.
Ele me deu uma massagem maravilhosa, seguidas de beijos nas costas e no pescoço. Me beijou loucamente apertando minha cintura, tirou meu seio para fora da blusa e mamou como um bebê faminto... Minha boceta já havia encharcado meu short jeans.

Acariciei seu pênis enquanto me mamava até o momento em que ele abaixou meu short até as coxas e me lambeu. Não contive os gemidos de desejo, esqueci de onde estávamos e tirei aquele short por completo, abri minhas pernas e permiti que ele se deliciasse em minha boceta molhada dentro do parque.

As árvores altas, umas flores brancas e alguns pássaros foram o que vi enquanto me retorcia de prazer, me sentindo pulsar dentro daquela boca espetacular. Minha boceta é tão carnuda que a cada vez que ele tentava enfiar tudo na boca, eu ficava ainda mais excitada.

Ele tirou seu pênis para fora, dizendo que estava muito duro e quando vi aquele membro delicioso, o chamei para mais detrás das árvores altas. Me apoiei em um dos troncos enquanto ele metia com vontade e gemia como se fosse a melhor foda dele. Apoiando uma mão em minha cintura e a outra em meu ombro, ele me dizia que meu corpo era o mais gostoso de todos e eu sabia que ele não estava mentindo, pois ele perdeu a linha nas minhas curvas.

Logo, ele acariciou meu bumbum com seu pênis, como quem quisesse entrar. Virei para ele com cara de pidona e ele entendeu o recado, me deixou de quatro e comeu meu cu cada vez mais rápido e mais forte, fiquei louca e quis gritar, mas ele tampou minha boca e bateu gostoso na minha bunda.

Nossos suspiros estavam cada vez mais altos e quando senti que ele iria gozar, abaixei para engolir todo o leitinho dele, que espirrou todo em minha boca.

Esquecemos nosso juízo em casa e nossa vergonha foi embora. Foi errado, poderia surgir alguém, mas foi o risco mais gostoso que corri na vida.

- Juliane França.

Ele não é do tipo que deixa algo para depois... Ele não faz corpo mole, ou melhor, com ele é tudo bem duro.

Logo que comecei trabalhar lá, me encantei com a postura do meu chefe. Sério, de feição pouco amigável e muito mais velho que eu.
Todos tinham um respeito imenso por ele.

Com o tempo, acostumei e aprendi as minhas tarefas, ele tinha então mais confiança em mim. Peguei o contato dele com uma colega de trabalho, quando fiquei doente e tive que avisá-lo. Apesar de sério, ele era muito flexível e bondoso.

Com alguns meses, conversávamos normalmente, ao ponto de nos permitirmos olhares disfarçados os quais me deixavam louca. Nem me importei se o pessoal percebeu.

Um dia desses, ele me pediu para trabalhar até tarde, faturando alguns pedidos de clientes. Ficamos só nós dois na sala dele.

"Você achou que eu era bravo, não é?"
Fiquei vermelha na mesma hora e retruquei:
"Claro que não, sempre achei o senhor muito gente boa."

"Senhor?"
Ele não gostou nem um pouco de eu tê-lo chamado de "senhor" e me deu uma certa advertência.
Pediu para que eu abaixasse minha saia e bateu no meu bumbum com uma régua que ele tinha na mesa. Doeu um pouquinho, mas aquilo me deixou muito excitada.

Depois de me bater, ele me empurrou em cima da mesa cheia de papéis importantes, acabou de tirar minha saia e arrancou minha calcinha como quem estivesse com muita fome.
Meu grelo estava enorme... Ele colocou tudo na boca, enquanto eu mordia os lábios e revirava os olhos, acariciando o bico do meu seio. Antes que eu gozasse na boca dele, ele me deixou de bruços e lambeu meu cu com a sabedoria que só ele tinha. Ele não me deixou gozar enquanto me lambia, mas depois agradeci por isso.

Ele se sentou na cadeira mais confortável da sala e abriu o zíper da calça, ordenando que eu o chupasse, eu não poderia desobedecer. Fiz o melhor boquete da minha vida porque ele merecia. O pau dele era delicioso e muito, muito grosso.

"Senta nele, meu amor."

Ele me rasgou, deixou minha boceta inchada e a fez chorar...
Meu chefe fechava os olhos e gemia baixinho, segurando minha cintura. Precisava do gosto dele na minha boca, então o mamei até obter o que eu queria. Ele gozou como um cavalo.

Meu chefe mostrou que além de saber coordenar meu setor, sabia coordenar direitinho o meu corpo, que o obedecia com todo o prazer.

- Juliane França.

Meu namorado não ligava para mim e havia viajado a trabalho.
Meu corpo pedia e gritava pelo prazer que ele não me dava. Tive que me tocar diversas vezes no mesmo dia, mas a vontade não me deixava em paz.

Estava meio solitária em pleno sábado. Pedi umas esfihas e para minha surpresa, o entregador fazia o meu tipo.
Trocamos olhares extremamentes insinuantes durante todo o processo da entrega. Não me contive e o convidei para entrar, já com maldade na voz e nos olhos.

Mal entramos e ele me agarrou com desejo.
O pau dele era enorme, saiu da cueca e ficou melado só em sentir minha mão pequena o massageando. Quando o chupei, ele se sentou na cadeira mais próxima e pressionou suas mãos em minha cabeça, pedindo para eu não parar.
Minha boceta estava babando de tesão e quando não mais me contive, me toquei enquanto o chupava. Ele então se levantou e, com uma certa brutalidade, me colocou naquela cadeira e passou aquele pau enorme em volta de meu clitóris. Eu estava quase implorando para ele acabar comigo, mas o safado preferiu me fazer gozar se esfregando em mim.

"Amanhã venho te dar o resto."

Hoje, vou pedir mais algumas esfihas. Espero que esse cachorro não judie tanto de mim, só um pouquinho...

- Juliane França.


...

Sou um rapaz bem humorado, viciado em máquinas e em boas doses de álcool. Casado com uma moça dez anos mais nova que eu e muito linda.
Todos dizem que tenho sorte de tê-la como mulher, até porque não sou lá tão bonito. Tenho sorte mesmo! Mas a sorte maior foi ter conhecido a mãe dela.

Que mulher... Me deixa louco quando exibe o baita volume daquele bumbum saliente e usando decotes que evidenciam ainda mais seus peitos gigantes os quais sonhos chupar. Minha sogra é o paraíso...

Moramos todos na mesma casa, por falta de condições financeiras.

Houve um dia em que acordei com a coroa gostosa me apalpando. Fingi por um tempo estar dormindo, mas o tesão revelou que eu estava bem acordado. Ela usou como desculpa o fato de eu estar resfriado e descoberto. Ela só queria cuidar de mim...
Então na noite seguinte, dormi sem cueca para facilitar seus cuidados e ela mostrou suas verdadeiras intenções. Abocanhou meu pau com vontade, chupou gostoso enquanto eu me retorcida de prazer. Eu estava há tanto tempo esperando por isso que gozei em sua boca sem nem avisar, a safada gostou e engoliu tudinho. Depois, tive que acabar com sua boceta quentinha e sedenta de mim, que gozou em meu pau.

Esse é o nosso segredo há anos. Sempre durmo sem cueca para ela, só para ela. Minha esposa ainda tem muito o que aprender com a mamãe dela, mas enquanto não aprende, pego a novata e a experiente.

(fictício)

- Juliane França.

Aquele homem mexeu com meu imaginário e fez com que minha mente me levasse à orgasmos intensos pensando nele.
Ah! Como eu queria que ele fosse mesmo o meu "escravo" e matasse meu desejo...
Comecei então, a fazer questão de buscar pães sempre. Depois de alguns dias, ele puxou assunto. Nada muito íntimo... Perguntou se eu gostava de morar por lá.
Fluiu assim, uma conversa saudável.

Depois de muitas conversas saudáveis, nos tornamos amigos, meu marido também o conheceu ocasionalmente.
Decidimos chamá-lo para um café em casa, ele daria exatos dez passos para chegar lá (risos).
Estávamos todos na mesa, num clima que até então, eu desconhecia. É como se todos soubessem do que estava acontecendo.
O celular do meu marido tocou e já se levantando, disse que teria de sair rápido a trabalho.

Nosso vizinho se levantou para também ir, mas meu marido insistiu que ele terminasse o café junto comigo.

Finalmente fiquei sozinha com o homem que sonhava todos os dias. Era a chance dele de me chupar de verdade... Era a minha chance de ter meu sonho realizado...

(fictício)

- Juliane França.





Essa noite, sonhei que ele me chupava

Travesseiros no chão e as roupas machucadas, enquanto eu me retorcia com sua boca em minha vagina. Eu que mal me lubrificava, ensopei os lençóis e todo o rosto safado dele.
Ele parecia estar em meio à uma refeição, minha boceta mais lhe parecia um banquete. Ele não quis leite condensado ou calda de chocolate, mas o puro sabor de mim. Lambendo loucamente em busca de meu gozo, sedento pelo meu prazer. E como se já não bastasse, me virou de costas, com uma violência gostosa e lambuzou todo o meu ânus. Aquilo sim que é gozar! Trêmula e incontrolável, despejei meu caldinho na boca dele.
Ele desfrutava do meu gozo com muito prazer, gemendo e dizendo o quanto sou gostosa. Me chupando e se tocando, gozou sem nem mesmo me penetrar. Ele disse que queria ser meu escravo e me chupar sempre que eu quisesse.
Mas deveríamos ter cautela. Ele deveria ir logo para a casa dele antes que meu marido chegasse.
Aquele foi um dos melhores sonhos que tive. Quando acordei, estava encharcada piscando. Senti-me suja e infiel, mas me perdoei por ter sido apenas um sonho e... Sonhos não são escolhidos.
Com meu marido do meu lado, me insinuei... Levei a mão dele até o meu corpo e ele fez pouco caso, disse que estava com sono. Pedi então para que me chupasse, pois iria gozar muito rápido e ele disse:
“Hoje não, amanhã vemos isso, tá bom?”
Desisti. Me levantei e fui viver o meu dia. Ansiosa para deitar novamente e torcer para que aquele sonho se repetisse ou houvesse alguma continuação.
Como estava calor, coloquei um vestido de pano leve para comprar alguns pães e adivinha? O homem do sonho estava na padaria, era meu vizinho. Ele me olhou e disse “bom dia” seguido de um sorriso, me olhando de cima a baixo.
“Bom dia!”
Fui breve e precisa, com a seriedade de uma mulher comprometida, mas se ele soubesse o que houve abaixo daquele vestido pensando nele...

(Fictício)


- Juliane França






Desconsidere aquela mensagem delicada, pois aquela não sou eu. Devo confessar que não quero fazer amor, mas quero f*der, a noite inteira.
Quero te sentir todo dentro de mim, entrando com força intensa, seus dentes mordendo meus seios e suas mãos macias segurando minha cintura  suada. Quero que me convide para sentar em cima de sua mesa de jantar e me chupe intensamente... Que minha vagina se transforme na sua melhor sobremesa.
Quero ajoelhar diante de você e te engolir, até que pulse em minha boca.
Devo pedir que deixe ela inchada e árdua... Que seu pênis more em mim por horas. Que meu ânus seja acariciado inúmeras vezes por sua língua. Que meus cabelos fiquem bagunçados e embaraçados. Que escorra suor em nossas testas e possamos misturar nossos sabores.
Unir nossos sexos, como dois animais famintos e insaciáveis.
Faça minha boca sorrir e minha vagina chorar.
Garanto que vai gostar, ao contrário dos moradores do seu prédio... Sou meio escandalosa...
- Juliane França
Disseram que eles iriam enjoar daquele mesmo “tira e bota” de sempre.

No começo, pareciam dois adolescentes, só que bem comportados. Ela se vestia toda, se maquiava e ficava parecendo aquelas meninas de capa de revista, tipo aquelas gatonas do Instagram, sabe? Ele adorava tudo aquilo, fazia a barba sempre que iam se encontrar, enquanto os pelinhos de baixo nem existiam, perfumava até suas partes íntimas só para ficar a altura daquele rostinho de princesa dela. Ela não gostava muito do perfume dele, forte demais! Mas achava que ainda não havia “intimidade” para palpitar e sair daquele sexo manjado, que imitava filmes adultos.

Com quatro meses de namoro, ela até pensava em vestir aquela calcinha mais velhinha, mas a ideia não passava das barreiras de sua mente. E é claro, o sutiã tinha que combinar com a calcinha, pequenininha, quase machucando as partes... Quando tirava, até fechava os olhos de alívio. A amiguinha ou estava nua ou de “moicano”, quase sempre nua, para ele dar uns beijinhos. “Vai que ele não gosta dela peludinha?”
Ele, por várias vezes, teve que ir ao banheiro para tirar a cueca por estar com as famosas “freadas”, e usava isso como desculpa para sensualizar, dizendo que assim ficaria mais fácil de sentir ela ainda com roupas... E ela caia na ideia. 
Os gemidos e falas durante o ato eram típicas dos filmes. Ela queria falar algo a mais, mas e o medo de ele achar estranho? Ele queria gritar quando chegava ao orgasmo, mas nos filmes, é difícil um homem ser escandaloso.

Mas com alguns anos, a calcinha meio velhinha foi usada, ele até gostava dela, ao ponto de rasgá-la no dente. Ela finalmente revelou que odiava que ele perfumasse o amiguinho. Ela já escorregou enquanto vinha toda sensual na direção dele, ele já errou o buraco e hoje, essas coisas são motivo de gargalhada entre os dois. Ás vezes a ppk está lisinha e ás vezes não, mas ele se lambuza independente do jeito que estiver. Ele hoje brinca, dizendo que o parcinha gosta de estar entre a “mata atlântica” e, mal se depila. Ela passou a dizer tudo o que queria dizer, melhorando a qualidade do sexo. Ele grita quando chega ao orgasmo... Eu escrevi “grita”? Não, ele faz o maior escândalo. E ela adora...
As peças íntimas dela são bem coloridas e, as cores quase nunca combinam, hoje ela sabe que ele nunca nem reparou nisso e vai usar verde com vermelho essa noite.

As máscaras da ficção caíram e isso fez um bem danado para os dois que, não broxaram, mas se amam e se conhecem. Os dois se tornaram mais os dois... Da forma mais original, natural e espontânea possível.

- Juliane França







...







Ele deixou meu bumbum vermelho.
Beijou todo o meu corpo, e quando não mais me contive de prazer, me algemou.
Puxava meu cabelo e minha cintura, quase me enfiando seus testículos dentro de mim. Seus dedos penetravam minha boca seca, suas mãos gigantes agarravam meu rosto com firmeza, enquanto eu mal podia me mover:
"De quem é essa bucet*?"
Ah, mas é claro que é toda dele, assim como ele é todo meu. Ele arranhava meus mamilos, descia até a barriga e subia até minha nuca. Me beijava loucamente e, me ver quase que tendo um orgasmo, o fez me soltar.
Quando sentada em seu colo, arranhava suas costas com todas as minhas forças e ao ver seus olhos virarem, batia em sua cara de tarado e pressionava sua boca até meus seios. Ele se lambuzava, enfiando um por vez na boca, mordendo o bico, quase o rasgando, enquanto seu p*u pulsava dentro de mim e eu o fazia de trampolim.
Descendo com seus lábios carnudos até minha bucet*, estive com as pernas abertas ao máximo. Ele a chicoteou, deixando inchada e vermelha, o que me deixou louca e encharcada. Mordeu meu clitóris, que estava enorme... Eu o enchi de tapas na cara, enquanto ele gemia de prazer, me dando choques de felicidade e orgasmos intensos. Meu prazer escorria por minhas pernas e molhava o sofá.
Beijei o seu p*u com destreza, mordi a cabeça com carinho e quando ele quis gozar, o meteu em minha boca por completo, e jorrou, sem deixar escapar uma gota. Era meu dever engolir tudo, ou ficaria de castigo.
Aqueles castigos são tão... Inesquecíveis.
Ele deixou meu corpo marcado, mas não há chicote ou manchas que me marquem mais que seus olhos de desejo, que pareciam querer me devorar, pela vida inteira.
- Juliane França.










Nunca fui tão satisfeita com meu cargo naquela empresa velha, com o teto cheio de mofo e os funcionários mais curiosos que paparazzi, mas precisava trabalhar. Para ser bem sincera, o meu salário até que estava razoável, mas será que compensava todo o estresse?

Na sala onde trabalho, ficamos eu, a Lara e um rapaz muito comunicativo, o Denis. Bem diferente de Lara, mal ouço a voz dela. Sempre tivemos uma convivência saudável e divertida. Lara era nova na empresa, talvez por isso a timidez. Ela sempre tem tem algo gostoso pra comer em sua mesa, é magra de ruim (risos).

Houve um dia em que precisávamos madrugar na empresa. Sabe como é final de mês, não é? Pronto! Minhas costas iriam pinicar naquela cadeira dura, mas fazer o quê?!
Aproveitando que estávamos somente nós na empresa, decidi ficar descalça e me despreguiçar como faço em casa. Minha blusa acabou desabotoando, mostrando parte do meu seio.
Denis arregalou os olhos e sorriu.

“Não posso me alongar?”
Lara deu risada junto com ele e enfiou um morango cheio de chocolate na boca. Voltei ao meu computador. Percebi que estava com as pernas abertas demais para quem estava de saia e sem calcinha, mas já era tarde demais para perceber, Dênis estava embaixo da minha mesa, lambendo minha bucet*. 

Arrastei a cadeira no susto:
“Você está louco?”
Ele engatinhou mais um pouco e sem dizer nada, tornou a lamber minha bucet*. Deixei, pois ele chupava muito bem. Gemi de tesão descontroladamente e, quando me dei conta, Lara estava se tocando em cima da mesa. Aquela bucetinh* rosinha e lisinha era tão linda... 

Todo o conforto e lazer que eu precisava tive naquele dia, quando esguichei na boca de Dênis que engoliu tudo. Depois ele me colocou de frente para Lara, escorada na mesa e meteu com força. Não resisti e cai de boca naquela bucet* linda, tive a ideia de pegar o chocolate que estava na mesa... Fiquei meia hora me lambuzando, penetrei-a e suguei todo seu gozo, enquanto Dênis gozou no meu bumbum.

“O estresse foi embora?” – perguntou Dênis.
“Sim, mas precisamos fazer outras vezes.”

Desde então, passei a gostar dos finais dos meses. Enquanto todos ficam estressados, nós ficamos relaxados.


- Juliane França.





Tenho saudades dele...
Que não tinha frescura, me chupava da cabeça aos pés e, por falar em pés, já o fiz delirar com eles.
Em todos os lugares que íamos, deixávamos nossa marca... No carro, no elevador do apartamento, no jardim, na praia e até mesmo na casa do amigo dele que, enquanto preparava algo para nos oferecer, dávamos uma rapidinha no banheiro.
Nosso 69 era completo, aliás, eu amava chupar suas bolas e seu c*, enquanto aquela língua dele penetrava meus dois orifícios até o fundo. Que língua enorme...
Quando metia, virava os olhos claros e o pau pulsava dentro de mim.
Tenho saudades dele, homem safado que me deixava louca. Loucura que durava madrugadas.
Saudades de arranhar o corpo dele... Saudades de gozar naquela boca rosada e vê-lo engolir tudo com apetite.
Saudades do que não deu certo no amor e deu certo na cama.
- Juliane França.






Quem me dera se aquela viagem fosse uma lua de mel, uma viagem de férias ou qualquer outro tipo de viagem que me fizesse entrar naquele avião sorrindo. Era quase natal, quando descobri que meu marido me traiu com sua secretária, na minha cama... No lençol que eu mesma fiz.
Virei as costas, coloquei algumas roupas na mala e fui com destino à casa de minha irmã. Meu olhar era de choro, minha mente voou mais rápido que o avião, eu estava sonhando acordada.
"Com licença, moça."
Quando um homem mais velho, de cabelos grisalhos e voz suave me fez sair daquele transe. Era meu colega de assento (risos).
O perfume dele era delicioso, mesmo não sendo tão forte. Além de lindo, também vi que era simpático, quando apoiou suas mãos nas minhas ao me ver "gritar" no momento que o avião decolou.
"Obrigada." - eu disse, envergonhada. 
Já ia dar 23hrs, quando peguei no sono. Ao acordar, de madrugada, percebi que o homem estava acariciando meus seios. Quando viu que acordei, ele sorriu, me deu um beijo e depois colocou um de meus seios para fora e chupou, enquanto levantava meu vestido.
Estava realmente muito gostoso, ele era bom naquilo, então deixei aquilo seguir e, quando me dei conta,  estava engolindo aquele pau grosso e gostoso, enquanto ele enfiava os dedos em minha buceta.
Todos estavam dormindo, portanto estávamos parcialmente calados, mas a vontade de gritar de tesão era enorme...
Sentei em seu colo e rebolei gostoso em seu pau, que pulsava dentro de mim. Gozamos juntos. O coroa gato sujou todo o banco com seu gozo que, escorreu por minhas pernas moles.
Quando ele se abaixou para limpar o chão, com um lencinho, deixou cair uma fotografia de sua família. Lá estavam na foto: ele, duas meninas com os olhos dele e a secretária do meu marido.
No impulso, peguei a fotografia, boquiaberta. Ele ficou sem graça:
"Caímos na rotina, muito trabalho, estresse... Mas já penso em me divorciar. Ah, e me desculpe por não te contar."
Tranquila e leve sorri:
"Fique tranquilo, meu amor, te garanto que não vai perder nada... Vai ganhar tempo."
E assim conheci um homem que, literalmente, me levou às nuvens...
- Juliane França.

Terceiro encontro, após os dois últimos quase pegarem fogo. Daquela vez, o encontro foi no apartamento dele.
O cheiro de esmaltes tomou conta de meu quarto, quando inventei de me produzir por inteiro. Estava tão ansiosa que não consegui pintar minhas unhas, então fui sem o rosa que gostaria de carregar em minhas mãos.
O rosa foi parar na minha calcinha, laços pequenos em cetim. Acho que ele não gostou muito da calcinha, pois quando me viu com ela, voou em cima de mim como um animal, e a arrancou com os dentes. Ofegante, gemendo de tesão só por apalpar meus seios, me sentou no balcão de sua cozinha ainda como um animal. Haviam algumas laranjas na fruteira ao lado e, ele me transformou na laranja mais doce de todas, quando abriu minhas pernas descaradamente e sugou minha buceta com vontade, como se ela estivesse bem docinha.
Com minhas unhas nuas as quais ele sequer reparou, fiz carinho em seus cabelos bagunçados enquanto se deliciava entre minhas pernas.
Língua e dentes trabalhando perfeitamente e eu, abrindo-me cada vez mais, naquele balcão, com a cabeça apoiada em uma das partes do armário, sendo chupada por quase uma hora e sem querer que aquilo tivesse fim. Ele mordia meu clitóris com carinho e me penetrava com sua língua, enquanto eu só sabia pressionar sua cabeça contra minha buceta, fazendo ele quase a engolir inteira.
Ao acariciar meu ânus ele ouviu meu gemido e me lambeu desesperadamente, alternando entre minha buceta e meu c*... Gozei deliciosamente... Pernas trêmulas, bambas e sorriso fácil. Ele chupou todo o meu gozo, como o mel que ele tanto queria.
A boca dele estava encharcada de mim, e quando ele sorriu, vi ali meu céu. Com certeza, as laranjas sentiram inveja de mim.
"Você gostou?"
Eu não lembro do que respondi, pois estava em êxtase, mas lembro que minha resposta o fez sorrir.
Além de gostoso, ele era surpreendente...
"Ah, queria te dizer que eu amo suas unhas. Amo mais ainda quando estão nos meus cabelos enquanto beijo os lábios doces, no meio de suas coxas..."
- Juliane França.

Nossa, olha para você
Você é uma delícia
Sorriso aberto
Olhos tão redondos
Seu corpo é uma obra de arte
O movimento de vai e vem...
Eu não quero deixar de ver
Fique calma, eu não tenho pressa
Espere, fique calma não
Pode fazer assim, com toda a vontade
Preciso controlar meu desejo
Preciso ficar aqui a noite inteira
Esperar o sol querer brilhar
Preciso assistir seu prazer
Preciso assistir seu corpo
Além das curvas tradicionais
E mais as curvas dos seus cabelos
Não apague a luz
Eu quero ver a rainha que penetro
Preciso apreciar a casa que me guarda
E que casa deliciosa...

- Juliane França.




Minha melhor amiga era tão linda naquela época, tão linda... Ao ponto de me fazer desejar sonhar com ela durante  todos os meus cochilos.
Ela tinha os cabelos encaracolados, a pele era parda, ela sempre foi mais alta que eu, tinha as sobrancelhas perfeitamente definidas, mesmo sem nunca tê-las feito e um cheiro que mexia comigo. Não sei que aroma era aquele, devia ser de uva.
Éramos 'super melhores amigas', tínhamos 16 anos. Todo início de ano era uma 'reza brava' para ficarmos na mesma sala. Nós duas éramos inseparáveis. Ninguém jamais mencionava uma sem perguntar da outra. Eu o leite e ela o café. Nossa, nunca vi café mais cheiroso que ela (risos).

Sempre conversávamos sobre tudo, desde a dor de barriga no início do dia, até as insônias da madrugada. Ela tinha um amor, o Pedro. Pedro era um menino muito popular na escola, ficava com várias meninas e já havia ficado com ela também, mais de uma vez. Porém, não passou dos beijos. Eles pararam de ficar quando ele quis levá-la para a cama, ela logo deu um basta e eu, dei milhões de conselhos. Sei que mesmo sem meus conselhos, ela não transaria com Pedro, e isso era uma das coisas que me faziam admirá-la, ela tinha uma maturidade que muitas mulheres bem mais velhas não têm.

Inteligente e linda demais, por dentro e por fora. Eu nunca havia conversado com ela sobre o meu amor, porque esse meu amor era ela.
Esse era o meu maior medo e a minha maior vergonha. Se ela descobrisse, poderia rir de mim, ou me chamar de esquisita. Minha atração por ela era incontrolável.
Um dia, ela veio passar a tarde em minha casa e então, se ofereceu para arrumar meu quarto... Sempre fui muito desorganizada, ela era perfeccionista e organizada demais. O cheiro dela ficou em minha cama, porque ela se sentou para comer um bombom que eu dei. Isso foi o suficiente para que eu passasse a noite inteira me tocando e usando o cheiro dela como meu estímulo. Gozei mais de duas vezes e dormi chamando por seu nome. Me senti a amiga mais pervertida do mundo, mas aquilo não era ruim.

No dia seguinte, tendo minha noite passada como algo delicioso, mas querendo mais, chamei-a novamente para passar a tarde em casa. Ela aceitou, aproveitou para almoçar lá também. Ela levava sempre uma espécie de "malinha higiênica" onde quer que fosse (risos).
Usei o sol do dia como desculpa para tomar um banho de mangueira e ver seu corpo molhado e nu.
"Mas eu não trouxe roupa!"
"Não tem problema, amiga. Usa uma das minhas."
E assim, ganhei a imagem de seu lindo corpo molhado. Por falar em molhado, senti meu short ensopar ao vê-la. Ela era deliciosamente linda e eu precisava me conter.
Comecei dar umas mexidas disfarçadas em minha vagina para conter o desejo, mas ele só aumentava. Me ofereci para segurar a mangueira, ela deu a mangueira na minha mão e a primeira coisa que fiz, foi mirar a mangueira em mim, no meio das minhas pernas. Nossa, que sensação deliciosa... Ela me olhou com uma cara estranha, tomei aquela expressão como "ela percebeu que eu estou excitada" e fui em frente. Voltei a mira para ela e lavei todo seu corpo lindo, decidi ousar e mirei a mangueira para o meio das pernas dela. Ela surpreendentemente disse: "Que gostoso, continua com ela aqui."
Fui à loucura...
"Você não quer algo mais preciso aí, amiga?"

Ela disse que sim, então desliguei a água e chamei-a para meu quarto. Nós duas gargalhávamos e aquilo nem parecia ser real. Deitei ela, molhada mesmo em minha cama, abri suas pernas ao máximo e desfrutei de sua vagina com minha boca. Ela também estava muito molhada, o que quase me fez ter um orgasmo espontâneo. Tinha um gostinho viciante e delicado.
Ela toda era tão linda, nas medidas mais perfeitas que já pude ver em alguém. Ela gemia descontrolavelmente. Minha amiga estava em minha cama todinha para mim. Minha amiga não era mais só minha amiga, mas minha mulher na minha cama, poderiam ser só alguns segundos, mas eu sabia que aqueles segundos seriam eternizados.
Ela gozou em minha boca e logo levantou-se para me satisfazer. A boca dela era macia como algodão, pequena e precisa nos pontos certos da minha vagina que derretia de desejos por ela. Tive com minha amiga, o melhor orgasmo da minha vida.

"Tenho que ir, meu irmão logo chega da escola e meus pais não estão em casa."
Eu sabia que era desculpa, mas balancei a cabeça que sim. Não comentamos absolutamente nada sobre o que aconteceu, mas as gargalhadas continuaram até o portão da minha casa. ela me deu um beijo no rosto e falou que sou incrível. O olhar dela estava diferente e aquilo me deu vontade de chorar.

Ao nos despedirmos, retornei até meu quarto, que estava com cheiro de sexo, misturado ao perfume dela. Fiquei feliz e triste ao mesmo tempo, pois sabia que a amizade não seria a mesma.
Bingo! Não foi mesmo a mesma amizade de antes, transamos duas vezes após aquela. Após o ultimo ano de escola tomamos rumos diferentes e  logo nos afastamos, até não ter mais contato nenhum.
Não sei como é essa lembrança para ela, mas para mim é uma das melhores de toda a minha vida. Ela sempre será minha melhor amiga e meu primeiro amor deliciosamente correspondido por algumas horas.

OBS.: Texto Fictício.

- Juliane França.

Ele sempre me traiu
Minha maquiagem nunca foi suficiente
Para tampar meus olhos inchados
De tristeza e desgraça
Eram várias amantes
Loira, morena e colorida
Baixa, alta e anã
Gorda e magra
Casada e solteira
Mulheres demais
Mensagens no Whats
Curtidas no Facebook
Ligações perdidas
Difícil aguentar
Difícil se conformar
Então resolvi fazer o mesmo
E saí com alguns meninos
Altos e baixos
Magros e gordos
Barbudos e grisalhos
Novos e coroas
E quando cheguei em casa
Encontrei-o em minha cama
E um conselho lhe dei
"Usa bala de menta com ela,
Foi assim que gozei
O seu primo não é gay"
Hoje ele é corno com C maiúsculo
E eu uma puta mal falada
Mas deixa assim
Se ser puta era ter atitude
Desejei ter sido puta desde o início

Obs.: Texto fictício.

- Juliane França.

Pedi para ela mandar nudes
Ela mandou uma sequência de fotos
Primeiro suas coxas
Logo mais seu decote
E por fim seu bumbum
Num short cavado
"Quer que eu lhe mande nudes?"
Respondi esperançoso:
"Claro!"
Ela mandou mais duas fotos
Uma de seus seios
E outra de sua vagina
Triste fiquei
Não era aquele tipo de nudes que queria
O que eu lhe pedia era seu nu
Mas seu nu mental
Por detrás das mensagens automáticas
Por detrás das mensagens já escritas
Que eu fingia não esperar receber
Ela sempre foi a mais linda da cidade
Achei que em algum dia
Na história do universo
Ela pudesse entender minha linguagem
Meu tipo desejado de nudes
Achei que seu nu mental
Seria o único que ela mostraria
Para um cara desconhecido
Para um menino aparentemente bom
Mas na verdade, safado
Ou aparentemente safado
Mas na verdade, idiota apaixonado

- Juliane França

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Beijo Doce?

Beijo doce?
Dispenso!
Beijo bom é beijo salgado
Com gosto de viagem
Com gosto de mergulho
De pulo nas ondas
Com gosto de mar

- Juliane França


Autora

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Meus Sentimentos e Reflexões
Olá, como vai? Espero que bem! Tenho 20 anos e sou completamente apaixonada pela escrita. Desculpe, sou péssima para me descrever, creio que para conhecer mais sobre mim, só me conhecendo ou mesmo me lendo! (risos) Seja bem vindo (a), espero que goste. Não venha só uma vez!
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