Nota sobre meu chefe
Ele não é do tipo que deixa algo para depois... Ele não faz corpo mole, ou melhor, com ele é tudo bem duro.
Logo que comecei trabalhar lá, me encantei com a postura do meu chefe. Sério, de feição pouco amigável e muito mais velho que eu.
Todos tinham um respeito imenso por ele.
Com o tempo, acostumei e aprendi as minhas tarefas, ele tinha então mais confiança em mim. Peguei o contato dele com uma colega de trabalho, quando fiquei doente e tive que avisá-lo. Apesar de sério, ele era muito flexível e bondoso.
Com alguns meses, conversávamos normalmente, ao ponto de nos permitirmos olhares disfarçados os quais me deixavam louca. Nem me importei se o pessoal percebeu.
Um dia desses, ele me pediu para trabalhar até tarde, faturando alguns pedidos de clientes. Ficamos só nós dois na sala dele.
"Você achou que eu era bravo, não é?"
Fiquei vermelha na mesma hora e retruquei:
"Claro que não, sempre achei o senhor muito gente boa."
"Senhor?"
Ele não gostou nem um pouco de eu tê-lo chamado de "senhor" e me deu uma certa advertência.
Pediu para que eu abaixasse minha saia e bateu no meu bumbum com uma régua que ele tinha na mesa. Doeu um pouquinho, mas aquilo me deixou muito excitada.
Depois de me bater, ele me empurrou em cima da mesa cheia de papéis importantes, acabou de tirar minha saia e arrancou minha calcinha como quem estivesse com muita fome.
Meu grelo estava enorme... Ele colocou tudo na boca, enquanto eu mordia os lábios e revirava os olhos, acariciando o bico do meu seio. Antes que eu gozasse na boca dele, ele me deixou de bruços e lambeu meu cu com a sabedoria que só ele tinha. Ele não me deixou gozar enquanto me lambia, mas depois agradeci por isso.
Ele se sentou na cadeira mais confortável da sala e abriu o zíper da calça, ordenando que eu o chupasse, eu não poderia desobedecer. Fiz o melhor boquete da minha vida porque ele merecia. O pau dele era delicioso e muito, muito grosso.
"Senta nele, meu amor."
Ele me rasgou, deixou minha boceta inchada e a fez chorar...
Meu chefe fechava os olhos e gemia baixinho, segurando minha cintura. Precisava do gosto dele na minha boca, então o mamei até obter o que eu queria. Ele gozou como um cavalo.
Meu chefe mostrou que além de saber coordenar meu setor, sabia coordenar direitinho o meu corpo, que o obedecia com todo o prazer.
- Juliane França.
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