Entre as árvores (+18)

Eu e ele nunca estivemos em tanta sintonia como ontem.

Aquele parque é tão lindo... Há muitas cores e flores de diversas formas, há também uma ponte pequena e florida a qual usam bastante para fotografias.

Nossos beijos estavam perigosos, carregados de malícia e fogo. O frio de outono sumiu dando lugar a um verão fora de época.
Eu queria ele, ele me queria... E tinha que ser naquela hora, naquele lugar.

Fomos para um espaço do outro lado daquela ponte, onde não tinha ninguém e estendemos a toalha de piquenique no meio de umas árvores bem altas.
Ele me deu uma massagem maravilhosa, seguidas de beijos nas costas e no pescoço. Me beijou loucamente apertando minha cintura, tirou meu seio para fora da blusa e mamou como um bebê faminto... Minha boceta já havia encharcado meu short jeans.

Acariciei seu pênis enquanto me mamava até o momento em que ele abaixou meu short até as coxas e me lambeu. Não contive os gemidos de desejo, esqueci de onde estávamos e tirei aquele short por completo, abri minhas pernas e permiti que ele se deliciasse em minha boceta molhada dentro do parque.

As árvores altas, umas flores brancas e alguns pássaros foram o que vi enquanto me retorcia de prazer, me sentindo pulsar dentro daquela boca espetacular. Minha boceta é tão carnuda que a cada vez que ele tentava enfiar tudo na boca, eu ficava ainda mais excitada.

Ele tirou seu pênis para fora, dizendo que estava muito duro e quando vi aquele membro delicioso, o chamei para mais detrás das árvores altas. Me apoiei em um dos troncos enquanto ele metia com vontade e gemia como se fosse a melhor foda dele. Apoiando uma mão em minha cintura e a outra em meu ombro, ele me dizia que meu corpo era o mais gostoso de todos e eu sabia que ele não estava mentindo, pois ele perdeu a linha nas minhas curvas.

Logo, ele acariciou meu bumbum com seu pênis, como quem quisesse entrar. Virei para ele com cara de pidona e ele entendeu o recado, me deixou de quatro e comeu meu cu cada vez mais rápido e mais forte, fiquei louca e quis gritar, mas ele tampou minha boca e bateu gostoso na minha bunda.

Nossos suspiros estavam cada vez mais altos e quando senti que ele iria gozar, abaixei para engolir todo o leitinho dele, que espirrou todo em minha boca.

Esquecemos nosso juízo em casa e nossa vergonha foi embora. Foi errado, poderia surgir alguém, mas foi o risco mais gostoso que corri na vida.

- Juliane França.

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