Minha médica preferida

Sempre odiei ir ao médico, pois não me sentia bem ou confortável. Fora o tratamento dele com os pacientes... Como se todos fôssemos meros números, metas do dia ou obstáculos pelos quais eles devem passar antes de cruzar os braços e relaxar.
Ir ao ginecologista era difícil. Passei muitos anos para aceitar que um desconhecido iria ver minha vagina e mesmo assim, exigi que fosse uma mulher! Nossa, vejo tantos casos de médicos que molestam pacientes... Velhos babões!
Segundo as exigências do exame, eu não poderia ter relações sexuais antes de fazê-lo. Mal sabiam que eu estava há quase 1 ano sem transar.
Com muito nervosismo, fui. As pernas trêmulas, o corpo desconcertado e o medo bem notável.
A ginecologista era um amor, me pediu calma e disse que não iria doer.
Levantei o vestido e tirei a calcinha. Minha vagina estava lisinha e impecável, e foi assim que ganhou elogios da moça tão simpática:
"Que bucetinha mais linda, Jessica."
Tive uma excitação espontânea, inexplicável.
Minha vagina nunca havia sido elogiada por uma mulher. E ela era tão linda... Os cabelos batiam no bumbum, o corpo era desenhado como violão e os olhos cor de piscina. Mas eu não tenho atração por mulheres, então fiquei sem entender à mim mesma.

Ela explicou todo o processo e a todo o momento se referindo a minha vagina como "essa bucetinha linda". Me olhava no fundo dos olhos e respirava fundo.
Antes do exame, ela se sentou de frente para mim, no meio das minas pernas e ficou admirando... Meu clitóris ficou inchado de tesão e ela percebeu. Perguntou se eu queria um beijo para me "acalmar" e eu não respondi nada.

Aquela mulher chupou minha boceta como ninguém chupou. Sua língua era enorme e conseguia me foder ao ponto de não precisar de um pênis. Agarrei-a pelos cabelos e a pressionei contra meu clitóris, o qual ela mamou deliciosamente.
A porta estava entreaberta e eu nem me importei. Um enfermeiro deveria ter me ouvido gemer e passou pela porta intencionalmente. Ao se deparar com a cena, entrou na sala, trancou a porta e se masturbou vendo nós duas.
Eu não tive como negar tudo aquilo, estava prestes a gozar na boca mais aveludada que eu tive. E quando gozei, ela se lambuzou com meu gozo...
O enfermeiro ainda não havia gozado, então a safada fez ele gozar na boca dela. Gostava de engolir gozo.

"Todos tranquilos?"
Ela expulsou o cara da sala e seguiu o exame, como se nada houvesse acontecido.
Posso dizer que fiquei maravilhada com a qualidade do exame e virei com meu marido da próxima vez.

- Juliane França

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